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Com 1,2 milhão de pessoas com algum tipo de deficiência em SãoPaulo, ações localizadas do poder público fazem a diferença na construção de uma metrópole mais inclusiva. É desta forma que a Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida vem agindo para garantir acessibilidade e qualidade de vida a essa parcela da população. A pasta apresentou ontem (20/01) o balanço de atividades dos últimos anos e a perspectiva para 2010.
Nas medidas colocadas em prática está a implantação, ainda como piloto, de centrais de Libras nas subprefeituras Sé, Lapa e Mooca, dando início ao cumprimento da meta 37. O objetivo é criar centrais para deficientes auditivos em diversos equipamentos públicos da cidade. Até o final deste ano, a Secretaria pretende instalar 56 pontos.
A partir de 2010, a reforma de calçadas para permitir acessibilidade também será intensificada. Nos próximos três anos, essa ação deve alcançar 600 quilômetros de passeios públicos, conforme prevê a meta 36. A Prefeitura tem realizado vistorias em diversos bairros para verificar as condições das calçadas, notificando proprietários e exigindo reforma, quando necessário.
Fiscalizar e educar
No ano passado, o Município manteve o trabalho de fiscalização, com visitas técnicas em escolas públicas, unidades de saúde e edificações particulares, advertindo e punindo inadequações nos quesitos de acessibilidade. Na educação, a Secretaria realizou cursos e palestras para a sensibilização de educadores dos CEUs sobre o tema, distribuiu material didático e dicionários trilíngues (português, inglês e libras) para professores e preparou cartilhas de orientação.
A pasta é responsável ainda por programas de capacitação e inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho (que em 2010 devem formar duas mil pessoas), a realização de eventos esportivos voltados para esse público e a assessoria técnica para adequações de eventos e estabelecimentos na questão da acessibilidade.
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